domingo, 6 de junho de 2010

(In) diferença.

A rua vazia. A janela aberta. A chuva caindo. Ideias sem nenhum porque tentando fazer algum sentido em minha cabeça. Tudo absolutamente vazio. Sensação de cansaço. Como descrever algo que nem eu mesma sei explicar? Ah, mas há tantas coisas que não podem ser explicadas... ! E mesmo assim, podemos tentar, não?! Pois bem. Desistir. Desistir de algo ou alguém, é tão difícil? Parece que a palavra traz um medo constante em todos os seres humanos... Desapegar-se das coisas mais fúteis é bom as vezes, eu acho. Na verdade, eu tenho certeza é. O quão podemos ser fúteis a ponto de continuar vivendo com algo que simplesmente não vale a pena? Equilíbrio? Talvez seja a palavra. Mas em certos casos, o equilíbrio nem sempre é bom. Eu não gosto de meio-termo, ou é, ou não é! Sabe esse negócio de opostos? Então, eu confesso que isso sempre foi uma coisa que me atrai muito, porque são diferentes, e tudo que é diferente soa bem mais interessante.
Tá, mas a indiferença as vezes ainda é mais necessária do que tudo isso. Não gosto de pessoas que dizem uma coisa, e fazem outra, não gosto de pessoas que acham que o jogo está ganho. Pois aí vai a minha dica: nunca se dê por vencido, antes do final propriamente dito.
Cansei de avisar, daqui pra frente, vai ser diferente.

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